24.11.09

Faixa da Semana: Joy Division - Isolation


A faixa desta semana deixa o seguinte recado: Descarregando & Propagando está em estado de hibernação por algum tempo. Com postagens cada vez mais espaçadas, o fim chegou a ser cogitado. Mas em respeito aos poucos, porém estimados leitores, e aos que eventualmente possam chegar aqui no próximo minuto, resolvi deixar as postagens no ar. Peço que se encontrarem links quebrados, avisem, estarei sempre olhando.

Não deletar o blog já é um grande passo para que as atualizações voltem tão logo tudo se restabeleça. Até então, foi um prazer dividir minhas nostalgias e opiniões sobre música com fiéis esporádicos, caçadores de novidades tanto quanto eu.

See ya.

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Alice In Chains - Black Gives Way To Blue

Alice In Chains - Black Gives Way To Blue

14 anos após o último registro de estúdio, ainda com Layne Stayle nos vocais, o Alice In Chains retorna. Willian Duvall (ex-Comes With The Fall) "assume" (entre aspas mesmo) os vocais que tem tudo pra trazer as camisas xadrez de flanela de volta às ruas.
Pois bem, após algumas apresentações despretenciosas, jam sessions com alguns vocalistas de renome, entre os quais Phill Anselmo (Pantera, Down), Scott Weilland (Stone Temple Pilot, Velvet Revolver) e Maynard James Keanan (Tool, A Perfect Circle), o inevitável acabou acontecendo: Jerry Cantrell anunciou que o Alice In Chains estava de volta às atividades e, para tanto, contaria com o desconhecido Willian Duvall nos vocais.

De início, o cara foi massacrado por muita gente por não tolerarem um substituto para Layne Stayle, ainda mais um sujeito tão 'animado' e performático quanto Duvall, praticamente um exremo oposto ao estilo de Stayle. Os mais serenos já exergaram com bons olhos o fato do sujeito empunhar uma guitarra nos shows.

O fato é que Black Gives Way To Blue prova que Duvall não deseja, em momento algum, tomar o posto de Layne Stayle. Mesmo que o quisesse, Cantrell tratou de freá-lo. Do início ao fim ouve-se muito mais a voz do guitarrista em primeiro plano. Ao vivo, a banda funciona em constante dueto, como pode ser visto em videos recentes. Por isso as aspas no início da resenha. Mas sem demérito. Fica a impressão que a banda lançou Black Gives Way To Blue com um certo conservadorismo em relação a Duvall. Vejamos como soará um hipotético disco seguinte, com o moço já calejado de estrada e devidamente diplomado como 'o vocalista do Alice In Chains'.

A sonoridade do album é um alívio para os ouvidos torturados por pastiches de rock moderno e eletronices descabidas que tanto falam mais alto nesta década. Não há originalidade mas sim, fidelidade. Fidelidade ao bom molho que sempre fizeram misturando hard rock com Black Sabbath e rock alternativo. Mistura essa aliás, que fazia do Alice In Chains, ao lado do Soundgarden (do último disco) a menos grunge das bandas de Seattle.

E quanta satisfação ao ouvir o album iniciando com "All Secrets Known"! Satisfação maior de trombar com canções como "Last Of My Kind", "Acid Bubble", "A Looking In View" e "Your Decision" em pleno 2009. O single "Check My Brain" vem cumprindo seu papel nas paradas dos Estados Unidos (há 2 semanas no posto mais alto nas Rock Tracks). A faixa título que encerra o disco, cuja letra homenageia Layne Stayle, conta com a participação especial de Elton John.

Se Black Gives Way To Blue atingir o sucesso que promete, talvez traga de volta o som sujo das guitarras ao universo rock. A falta de influências desse tipo transformou a cena num amontoado de bandas brochantes.

Músicas:
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01. All Secrets Known
02. Check My Brain
03. Last Of My Kind
04. Your Decision
05. A Looking In View
06. When The Sun Rose Again
07. Acid Bubble
08. Lessons Learned
09. Take Her Out
10. Private Hell
11. Black Gives Way To Blue
Avaliação: 9,0

Ouça: "Your Decision"
video


D&P associa à: Pearl Jam, Soundgarden, Mad Season, Black Sabbath

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25.9.09

Faixa da semana: Radish - Little Pink Stars

Nesta semana trago uma faixa de doze anos de idade. Na época, ouvi a música menos de uma dezena de vezes mas, em algum lugar da memória ela ficou guardada. Dias atrás a reencontrei nas curvas da Internet...

O Radish, na ocasião de lançamento do disco que contém "Little Pink Stars" - Restraining Bolt - era uma banda de garotos. O vocal descente que você vai ouvir é de Ben Kweller aos 16 anos! A pouca idade dos integrantes, a formação da banda - um trio - e o som cheio de referências grunge, são fatores que renderam comparações aos australianos do Silverchair.

Enfim, curtam e tirem suas próprias conclusões.



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23.9.09

Nostalgia, cap 12: James - Born Of Frustration

1996 - música presente no álbum Seven de 1992. É bem provável que o leitor não reconheça por nome a banda deste capítulo da Sessão Nostalgia. Como também é muito provável que ao assistir o video, vai esboçar um sorriso e dizer: "Putz! Claro! Já ouvi isso, sim!". Duvida?

Nada sei sobre o James e portanto nem posso me declarar fã da banda. Mas ao ouvir os primeiros acordes de "Born Of Frustration", não tenho como escapar da lembrança imediata, de um tempo em que ouvia o Arquivo do Rock na antiga 89FM num daqueles walkman amarelo, comprados na feira - que eu me recorde, havia também vermelho e azul, mas o amarelo é clássico. Sim, aqueles quase do tamanho da palma da mão, que vinham com uma fita elástica para prendê-lo no braço. Isso é mais que suficiente pra fazer parte dessa sessão.




PS.: carai, me senti véi paporra agora! rs

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18.9.09

Faixa da semana: Editors - Papillon

A faixa dessa semana é o primeiro single extraído do novo album do Editors, In This Light and On This Evening com lançamento previsto para 12 de outubro. "Papillon" traz um Editors desprovido de guitarras, com teclados em primeiro plano, porém não à ponto de ofuscar o vocal marcante de Tom Smith. Em princípio pode causar estranheza nos fãs mais tradicionais da banda.

As comparações com Joy Division não serão esquecidas mas ao menos nessa primeira amostra de In This Light and On This Evening, a banda parece ter ouvido New Order com mais frequência.


video

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Trilha Sonora: Velvet Goldmine

Velvet Goldmine

Eis aqui um excelente apanhado de canções cuidadosamente selecionadas para o filme Velvet Goldmine de 1998. Quem teve a missão de entrar no clima glam rock do filme estrelado por Ewan McGregor e Christian Bale foi ninguem menos que Michael Stipe do R.E.M. à convite do diretor/roteirista Todd Haynes. E o resultado é altamente recomendável!

Sem mais delongas à respeito do filme, todo cuidado com a trilha pode ser observado nas pequenas jóias aqui presentes. Faixas especialmente compostas para a ocasião como os casos dos trabalhos de Shudder to Think, Pulp e Grant Lee Buffalo e as presenças ilustres de Lou Reed e Teenage Fanclub já valem uns bons minutos de atenção.

Mas os pontos altos ficam por conta das bandas do filme montadas por músicos de diferentes estilos e épocas: Wylde Ratttz e Venus In Furs. Thurston Moore e Steve Shelley (Sonic Youth), Mike Watt, Ron Asheton (The Stooges), Mark Arm (Mudhoney), Don Fleming e Jim Dunbar integram o Wylde Ratttz. Por sua vez, o Venus In Furs é composto por Thom Yorke e Jonny Greenwood (Radiohead), Andy Mackay (Roxy Music), Bernard Butler (Suede), Paul Kimble (Grant Lee Buffalo) e Clune.

Destaque mór para a interpretação energética de "TV Eye" feita pelo Wylde Ratttz com Ewan McGregor nos vocais e o Placebo, então desconhecido, muito à vontade na versão de "20th Century Boy", do T.Rex.

Ótima oportunidade para fãs do glam rock ou mesmo apreciadores de super bandas.

Trailer do filme:


Músicas:
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01. Needles in the Camel's Eye - Brian Eno
02. Hot One - Shudder To Think
03. 20th Century Boy - Placebo
04. 2HB - Venus In Furs
05. TV Eye - Wylde Ratttz
06. Ballad of Maxwell Demon - Shudder To Think
07. The Whole Shebang - Grant Lee Buffalo
08. Ladytron - Venus In Furs
09. We Are the Boyz - Pulp
10. Virginia Plain - Roxy Music
11. Personality Crisis - Teenage Fanclub
12. Satellite of Love - Lou Reed
13. Diamond Meadows - T.Rex
14. Bitter's End - Paul Kimble, Andy Mackay
15. Baby's on Fire - Venus In Furs
16. Bitter-Sweet - Venus In Furs
17. Velvet Spacetime - Carter Burwell
18. Tumbling Down - Venus In Furs
19. Make Me Smile (Come up and See Me) - Steve Harley
Avaliação: 8,5


Ouça: Wylde Ratttz - "TV Eye"


D&P associa à: Lou Reed, Roxy Music, David Bowie, Brian Eno, T.Rex, New York Dolls

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11.9.09

Faixa da semana: Alice In Chains - Black Gives Way To Blue [acústica]

Sessão nova! Todo fim de semana teremos a faixa da semana que poderá ser um lançamento, um B-Side, um soundtrack ou algo temático de acordo com acontecimentos da semana, enfim. A intenção é postar sempre às sextas-feiras mas, vejamos como tudo se encaminha para que eu consiga manter o cronograma.

Quem a abre a sessão é o Alice In Chains. A banda está para lançar seu novo álbum, Black Gives Way To Blue, o primeiro com o vocalista Willian Duvall que assumiu o posto de Layne Stayle, falecido em abril de 2002. Duas músicas - "A Looking In View" e "Check My Brain" -, já são conhecidas do público.
A faixa da semana é "Black Gives Way To Blue", que segundo setlist divulgado, encerrará o disco. Aqui em versão acústica. Ouçam! Comentem!



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9.9.09

Trilha Sonora: The Singles [Vida de Solteiro]

Trilha Sonora: The Singles [Vida de Solteiro]

Quem viveu a cena grunge desde seu nascimento, certamente tem na ponta da língua dois filmes emblemáticos do estilo. Um é o documentário Hype! de Doug Pray, realizado à base de entrevistas com os próprios personagens da cena. O outro é The Singles ou, Vida de Solteiro, para nós.

Segundo a Wikipédia, o filme foca no curso dos romances de dois casais, assim como as vidas amorosas de seus amigos e associados. Centra ao redor das vidas de um grupo de jovens, a maioria com seus 20 anos, vivendo em um bloco de apartamentos, e é dividido em capítulos. Os eventos do filme foram situados tendo como cortina de fundo Seattle e o movimento grunge na cidade durante o começo dos anos 90. No elenco Com Matt Dillon, Bridget Fonda, Campbell Scott, Bill Pullman e Kyra Sedgwick.

O personagem de Dillon, Cliff Poncier é lider da banda Citizen Dick que, por sua vez tem ninguém menos que Eddie Vedder, Jeff Ament e Stone Gossard (todos do Pearl Jam), em sua formação. Não para por aí. A Citizen Dick promove durante o filme, o single "Touch Me I'm Dick", na verdade uma brincadeira com a faixa "Touch Me I'm Sick" do Mudhoney. Durante a fita, há aparições de Alice In Chains e Soundgarden.

O filme foi rodado em 1991 e ficou parado por um tempo antes de ir para os cinemas. Sua trilha sonora saiu antes e, devido a efervescência em torno das bandas contidas, roubou o impacto do filme. Quando chegou às salas em 92, The Singles teve fôlego curto. Trata-se de uma fita divertida, com alguns diálogos interessantes e ridículos na mesma cena. O pessoal que está na casa dos 3.0 assiste com sorriso largo do início ao fim pois, invevitavelmente trará muitas lembranças ao ouvir as músicas, ao ver as roupas e o comportamento da rapaziada.

A trilha de fato tem seus méritos por ofuscar o filme. Traz o início da era grunge escaneada em alta resolução! Faixas cruas de Pearl Jam, Alice In Chains, Soundgarden e o belo tema "Waiting For Somebody" composto por Paul Westerberg do Replacements, justificam cada minuto de audição.

A versão original da trilha conta com 13 canções, terminando com "Drown" do Smashing Pumpkins, música de fundo do trailer abaixo. Aqui disponibilizamos a versão extendida com mais 12 faixas. Nesta segunda parte merecem destaque a referida "Touch Me I'm Sick", "It Ain't Like That" - faixa que o Alice In Chains toca em sua aparição no filme -, uma versão demo de "Spoonman" do Soundgarden e as contribuições de Jane's Addicition, Pixies, R.E.M., Muddy Waters e John Coltrane.

Veja o filme e delicie-se com a trilha!



Músicas:download

01. Would? - Alice in Chains
02. Breath - Pearl Jam
03. Seasons - Chris Cornell
04. Dyslexic Heart - Paul Westerberg
05. Battle of Evermore - Lovemongers
06. Chloe Dancer/Crown of Thorns - Mother Love Bone
07. Birth Ritual - Soundgarden
08. State of Love and Trust - Pearl Jam
09. Overblown - Mudhoney
10. Waiting for Somebody - Paul Westerberg
11. May This Be Love - Jimi Hendrix
12. Nearly Lost You - Screaming Trees
13. Drown - Smashing Pumpkins
14. Touch Me I'm Sick - Mudhoney
15. Three Days - Jane's Addiction
16. Appealing Blues (Hello Litte Girl) - Muddy Waters
17. Dig For Fire - Pixies
18. Hearts And Lungs - Truly
19. Blue Train - John Coltrane
20. Radio Song - R.E.M.
21. It Ain't Like That - Alice In Chains
22. Family Affair - Sly & The Family Stone
23. She Sells Sanctuary - The Cult
24. Jinx - Tad
25. Spoonman - Soundgarden
Avaliação: 9,0


Ouça: Pearl Jam - "Breath"


D&P associa à: Alice In Chains, Soundgarden, Screaming Trees, Mudhoney, Pearl Jam, Smashing Pumpkins

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8.9.09

Nostalgia, cap 11: A Perfect Circle - Judith

2000 - música presente no álbum Mer De Noms do mesmo ano. Mais um capítulo importante nesta saga. Depois do episódio de descoberta do rock no capítulo anterior, "Judith" d'A Perfect Circle tem um significado quase tão relevante quanto "Bullet With Butterfly Wings". Explico.

You're such an inspiration
For the ways that I will never ever choose to be.


Cronológicamente continuando, já eram quase quatro anos ouvindo, consumindo, respirando e conversando rock. Mas, de uma certa maneira, toda essa vivência era uma tanto quanto restrita. Ainda não havia aberto os ouvidos ao lado mais pesado, mais distorcido do estilo. Pesado em distorção e em temática. Apesar de à essa altura já ter ouvido boas doses de Marilyn Manson, o mesmo não havia me causado o impacto que talvez o próprio pretendesse. (faixa etária)

Foi quando ouvindo religiosamente o programa Lançamento Nosso de Cada Dia (já mencionado anteriormente) da Brasil 2000, fui de encontro à A Perfect Circle. "Judith" colou de primeira no ouvido! A idéia de uma música pesada com vocais limpos tomou minha consciência! Não havia Internet para mim, então corri para adquirir Mer De Noms, já sabendo que a banda tratava-se de um projeto paralelo de Maynard James Keanan, vocalista do Tool, que acabei apreciando por tabela.

Oh so many ways for me to show you
how your savior has abandoned you
Thank (Fuck) your God, your Lord, your Christ.
He did this, took all you had
And left you this way
Still you pray never stray
Never taste of the fruit
You never thought to question why.


O entusiasmo só aumentou ao tomar conhecimento das letras. "Judith" em particular é uma lança no coração - parafraseando a mesma. A mãe de Keanan chamava-se Judith e era religiosa fervorosa. Quando esta sofreu complicações de saúde e esteve paralizada, ficou desenhada a situação para que a canção nascesse. "Judith" é uma ferrenha crítica à religião, ao hábito de entregar tudo à 'porta vozes' da fé de forma cega, sem quaisquer questionamentos. A banda foi criticada pois, como não poderia deixar de ser, não foram poucos os que interpretaram ao pé da letra cada frase e sentisse uma ponta de ateísmo em suas palavras.

He did it all for you.

Este video do single foi dirigido por David Finch, o mesmo que dirigiu os densos filmes Clube da Luta e Se7en. Por ir na contramão, sem contar histórias, o video gravado num galpão, em tons sépia e tomadas irregulares traz uma sensação claustrofóbica, de espaço curto para raciocínio, necessidade de libertação.

No ano 2000 não houve canção que eu ouvisse mais que "Judith", estou falando de muitas, mas muitas vezes que ela rodou no player. É mais um capítulo especial de nostalgia. Apesar de não ser um exemplo de som pesado foi a partir daqui que passei a ouvir sons do tipo 666 pois, A Perfect Circle levou à Tool e este, levou à uma centena de milhares de bandas do gênero e subgêneros.


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Ryan Adams - Rock N Roll

Ryan Adams - Rock N Roll

NOTA: não confundir com o cantor de babas canadense Bryan Adams! David Ryan Adams é um americano de Jacksonville, California conhecido compositor e guitarrista. Sua praia é o rock puro e simples atrelado ao coutry alternativo. Trata-se de um workaholic. De Faithless Street, álbum de 1995 à Cardinology, de 2008, são nada menos que quatorze discos lançados entre carreira solo, Whiskeytown e Cardinals.

Dentre tantos títulos, separei Rock N Roll, de 2003 para os caros leitores e ouvintes. O título do disco aparece espelhado em sua capa, como uma metáfora irônica para o que se encontra em seu interior em comparação com que havia feito até então. Aqui Ryan aparece de forma 'punk', direta e econômica, com canções mais vigorosas, exalando um sem número de influências contemporâneas e recheado de convidados. Entre os mais ilustres colaboradores estão Melissa Auf Der Maur (Hole / Smashing Pumpkins) e Billie Joe Armstrong (Green Day).

As referências são escancaradas. Logo em "This Is It" mostra seu apreço por Strokes. Em "Shallow" vai a Manchester visitar Oasis, com um riff semelhante a "Cigarettes & Alcohol" e até mesmo uma certa languidez britpop ao cantar. "Shallow" é a primeira faixa em que Auf Der Maur aparece nos backing vocais, soterrada, inaudível mas, segundo os créditos, está lá. Em "1974", Ryan mostra sua versão Paul Westerberg.

Depois da letra sacana de "Wish You Were Here" (pensou que fosse uma baba pelo nome? Ha!), "So Alive" o single de sucesso do álbum chega trazendo referências à um certo Morrissey. Aliás, foi pelo video desta canção que conheci o trabalho do rapaz. A intro de "Note To Self: Don't Die" remete explícitamente à "Smells Like Teen Spirit".

Billie Joe contribui nos backing vocais, juntamente com Alf Der Maur em "Do Miss America". Mas a pérola desse disco atende pelo nome de "Burning Photographs". Melodia doce e letra incisiva, vocal quase sussurrado faz desta, a canção de brilho próprio de Rock N Roll.

Divertido, rápido, animado, sacana e inteligente. Esse é Rock N Roll e afinal, não é assim mesmo que o rock deve ser?

Músicas:download

01. This Is It
02. Shallow
03. 1974
04. Wish You Were Here
05. So Alive
06. Luminol
07. Burning Photographs
08. She's Lost Total Control
09. Note to Self: Don't Die
10. Rock N Roll
11. Anybody Wanna Take Me Home
12. Do Miss America
13. Boys
14. Drugs Not Working
Avaliação: 8,0


Ouça: "Burning Photographs"


D&P associa à: The Cardinals, Whiskeytown, Peter Yorn, Wilco

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